
Aí está: Kuki faz a alegria da torcida. Kuki decide. Kuki inferniza a retaguarda adversária. E tem o pior da série: Kuki marca gol. Simples assim.
O problema assombrou milhares de jornalistas em todas as redações de esportes que cobrem o Timbu do nordeste. Existem desde o Creedence Clearwater Couto até o Littejoe (sic.), mas esses daí são ilustres desconhecidos que passam em branco a maior parte dos jogos. O problema é que o Kuki é presente. Melhor, sempre tem Kuki fazendo gols. Digo... vocês entenderam. O cara sempre se apresenta de forma eficiente, para tortura dos editores de textos e redatores. Isso sem falar dos locutores e comentaristas. Como não deixar o Kuki saindo da boca sem deixar de mencionar o dito cujo?
Eis a solução. Basta não deixar o Kuki iniciar a frase. Melhor botar o Kuki no fim do período. Veja como soa bem mais aprazível: Náutico faz a festa em grande noite de Kuki. Ah, bem! Agora o glorioso atacante está salvo. Imagina ter seu nome omitido sempre, tudo isso por conta de uma simples... cacofonia! Inconcebível. Então fica assim: Kuki entra no fim.
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Abaixo, alguns deslizes absolutamente perdoáveis de coleguinhas que se aventuraram a vasculhar o universo de Kuki e suas interpretações possíveis.
- Kuki atingiu um patamar no Náutico, que poucos atletas tiveram o privilégio de atingir (no alto de sua sabedoria, mandou o time todo à m...)
- Kuki cria confusão com declaração polêmica (meu time é uma bosta?)
- Kuki só volta ao Náutico em um mês (enquanto isso, o técnico pensa em como não fazer outra cagada)
- Kuki pára por 20 dias (f... o cabra vai explodir!)
- Kuki chutou de primeira (o goleiro foi conferir?)
- Kuki não preocupa (o meu se preocupa muito)
- Quando Kuki rende bem, é meio time (quando rende mal, o time desce igual a bosta rala)
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Um comentário:
HUAHUAHUAHUAHUA
BOA!!!!
DEPOIS DESSAS ROLHADAS TODAS (SIC) RI MUITO!!!!
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